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Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 16 de Maio de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Foi elevado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus»  Domingo da Ascensão do Senhor - Solenidade  *******************************
AVISOS PARA ESTA SEMANA
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Dia 18 (3ªf), às 21h30 - Reunião (online) do Grupo de Animação. Dia 19 (4ªf), às 21h30 - Reunião dos Corpos Dirigentes do Centro Social das Antas *******************************
EVANGELHO (Mc 16, 15-20)
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Naquele tempo, Jesus apareceu aos Onze e disse-lhes: «Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo; mas quem não acreditar será condenado. Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem: expulsarão os demónios em meu nome; falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem veneno, não sofrerão nenhum mal; e quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados». E assim o Senhor Jesus, depois de ter falado com eles, foi elevado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus. Eles partiram a pregar por toda a parte e o Senhor cooperava com eles, confirmando a sua palavra com os milagres que a acompanhavam.  ***********
REFLEXÃO
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«Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura.» São as palavras que revelam o coração de Jesus, o seu desejo permanente de que ninguém seja excluído do Evangelho: Jesus nunca se cansa de dar vida a toda a criatura, em cada recanto da terra.
E para continuar a sua própria missão escolhe pessoas de fé frágil, gente imperfeita. Como nós. Como eu. Se eu do Evangelho tivesse de anunciar apenas aquilo que consigo viver, teria de me calar rapidamente.
Porém, eu não me anuncio a mim mesmo e às minhas conquistas, mas uma Palavra que me roubou o coração, aquele Jesus que me convenceu e seduziu, que me ligou a si e, ligando-me, me libertou. Anuncio Aquele para quem caminho e que, um dia, espero poder alcançar.
E que devo anunciar? O Evangelho, uma bela notícia: Deus ama-te e salva-te. ****************************************
Papa institui ministério de Catequista
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O Papa Francisco decidiu instituir o ministério de catequista, na Igreja Católica, através da carta apostólica (Motu Proprio) ‘Antiquum ministerium’, publicado pelo Vaticano. “Depois de ter ponderado todos os aspetos, em virtude da autoridade apostólica, instituo o ministério laical de catequista”. O texto sublinha que “ainda hoje, há muitos catequistas competentes e perseverantes que estão à frente de comunidades em diferentes regiões, realizando uma missão insubstituível na transmissão e aprofundamento da fé”. A decisão diz respeito a homens e mulheres que não pertencem ao clero nem a institutos religiosos, reconhecendo de forma “estável” o serviço que prestam na transmissão da fé, “desempenhado de maneira laical como exige a própria natureza do ministério”. “Convém que, ao ministério instituído de catequista, sejam chamados homens e mulheres de fé profunda e maturidade humana, que tenham uma participação ativa na vida da comunidade cristã, sejam capazes de acolhimento, generosidade e vida de comunhão fraterna, recebam a devida formação bíblica, teológica, pastoral e pedagógica para ser solícitos comunicadores da verdade da fé e tenham já maturado uma prévia experiência de catequese”. O Papa assinala que o ministério laical como o de catequista imprime uma “acentuação maior ao empenho missionário típico de cada um dos batizados”, convidando as comunidades católicas a rejeitar “qualquer tentativa de clericalização”. A carta apostólica ‘Ministério Antigo’ refere que o catequista deve estar ao “serviço pastoral da transmissão da fé” que se desenvolve nas suas diferentes etapas, desde o “primeiro anúncio” à formação permanente, passando pela preparação para os sacramentos da iniciação cristã (Batismo, Confirmação e Eucaristia). E recorda que, em 1972, o Papa São Paulo VI adaptou os ministérios de Leitor e Acólito, pedindo às Conferências Episcopais para promover outros ministérios, entre os quais o de catequista, como “reconhecimento da presença de leigos e leigas que, em virtude do seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese”. Esta presença torna-se ainda mais urgente nos nossos dias, devido à renovada consciência da evangelização no mundo contemporâneo e à imposição duma cultura globalizada, que requer um encontro autêntico com as jovens gerações, sem esquecer a exigência de metodologias e instrumentos criativos que tornem o anúncio do Evangelho coerente com a transformação missionária que a Igreja abraçou. O Papa adianta que o ministério exige um “devido discernimento” por parte de cada bispo diocesano e deve ser assumido, publicamente, através de um rito de instituição – atualmente a ser preparado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Santa Sé). Esta é a segunda decisão de Francisco sobre ministérios de leigos, em 2021: a 11 de janeiro, estabeleceu que as mulheres tenham acesso aos ministérios de Leitor e Acólito com o motu proprio ‘Spiritus Domini’. Agência Ecclesia
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Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 09 de Maio de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a vida pelos amigos» AVISOS PARA ESTA SEMANA Dia 11, às 21h30 - Reunião (online) do Grupo de Leitores.
Dia 12, às 21h30 - Reunião dos Corpos Dirigentes do Centro Social das Antas
Dia 13, às 17h45 - Lausperene, na Igreja  *************************
Domingo VI da Páscoa
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EVANGELHO (Jo 15, 9-17)
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Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».  ************
REFLEXÃO
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Diz Jesus: «Assim como o Pai me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor.» Há aqui um fluir, um grande rio de amor que desce do Céu, do Pai para o Filho, do Filho para nós, como seiva na vide, como sangue nas veias.
O Evangelho dá-nos uma certeza: o amor não é criado por cada um de nós. Não é um sentimento. O amor é uma realidade. O amor existe. Assim permaneçamos e não nos afastemos do amor. O amor é real como um lugar, como uma casa. Pode-se viver lá dentro. Ou antes, já lá estamos dentro.
Sim, tudo começa numa realidade. Qual? Deus ama-te com um amor único e irrepetível. Que eu seja amado depende d’Ele, não depende de mim. Ele disse-nos «sim», antes que nós lhe disséssemos «sim». Cada um de nós pode decidir se deve ou não permanecer dentro desse amor. É uma livre escolha.
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No cristianismo não há “contraposição entre contemplação e acção”
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A dimensão contemplativa do ser humano – que não é ainda a oração contemplativa – é um pouco como o “sal” da vida: dá sabor, dá gosto aos nossos dias. Pode contemplar-se vendo o sol que nasce pela manhã, ou as árvores que se revestem de verde na primavera; pode contemplar-se escutando uma música ou o canto dos pássaros, lendo um livro, diante de uma obra de arte ou para aquela obra-prima que é o rosto humano. Carlo Maria Martini, enviado como bispo a Milão, intitulou a sua primeira carta pastoral “A dimensão contemplativa da vida”: com efeito, quem vive numa grande cidade, onde tudo – podemos dizer – é artificial, onde tudo é funcional, arrisca perder a capacidade de contemplar. Contemplar não é antes de tudo uma maneira de fazer, mas é um modo de ser: ser contemplativo.
Ser-se contemplativo não depende dos olhos, mas do coração. E aqui entra em jogo a oração como ato de fé e de amor, como “respiração” da nossa relação com Deus. A oração purifica o coração e, com isso, aclara também o olhar, permitindo colher a realidade de outro ponto de vista. O Catecismo descreve esta transformação do coração da parte da oração citando um famoso testemunho do Santo Cura d’Ars: «A contemplação é o olhar da fé, fixado em Jesus. “Eu olho para Ele e Ele olha para mim” – como dizia, no tempo do seu santo Cura, um camponês d'Ars em oração diante do sacrário. (…) A luz do olhar de Jesus ilumina os olhos do nosso coração; ensina-nos a ver tudo à luz da sua verdade e da sua compaixão para com todos os homens» (n. 2715). Tudo nasce daí: de um coração que se sente olhado com amor. Então a realidade é contemplada com olhos diferentes.
“Eu olho para Ele e Ele olha para mim!” É assim: na contemplação amorosa, típica da oração mais íntima, não servem muitas palavras: basta um olhar, basta estar-se convicto de que a nossa vida é rodeada por um amor grande e fiel de que nada nos poderá nunca separar.
Jesus foi mestre deste olhar. Na sua vida nunca faltaram os tempos, os espaços, os silêncios, a comunhão amorosa que permite à existência não ser devastada pelas inevitáveis provações, mas de guardar intacta a beleza. O seu segredo era a relação com o Pai celeste…
Alguns mestres de espiritualidade do passado entenderam a contemplação como oposta à ação, e exaltaram aquelas vocações que fogem do mundo e dos seus problemas para se dedicarem inteiramente à oração. Na realidade, em Jesus Cristo, na sua pessoa e no Evangelho, não há contraposição entre contemplação e ação, não. No Evangelho, em Jesus, não há contradição. Esta veio talvez do influxo de algum filósofo neoplatónico, mas trata-se seguramente de um dualismo que não pertence à mensagem cristã.
Há um único grande chamamento no Evangelho, e é o de seguir Jesus no caminho do amor. Este é o ápice, é o centro de tudo. Neste sentido, caridade e contemplação são sinónimos, dizem a mesma coisa. S. João da Cruz sustentava que um pequeno ato de puro amor é mais útil à Igreja do que todas as outras obras colocadas em conjunto. O que nasce da oração e não da presunção do nosso eu, o que é purificado pela humildade, ainda que seja um ato de amor afastado e silencioso, é o maior milagre que um cristão pode realizar. E este é o caminho da oração de contemplação: eu olho-o, Ele olha-me! Este ato de amor no diálogo silencioso com Jesus faz muito bem à Igreja. Papa Francisco
Bom dia,
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A Eucaristia inicia às 11h00.
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Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 02 de Maio de 2021
https://www.paroquia-antas.pt/  «Quem permanece em Mim e Eu nele dá muito fruto» Domingo V da Páscoa AVISOS PARA ESTA SEMANA Dia 7, às 10h30 - Exposição do Santíssimo Sacramento, na igreja.  ***************************
EVANGELHO (Jo 15, 1-8)
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Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos».  *********************************
SÃO JOSÉ PAI TRABALHADOR
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“Um aspeto que carateriza São José é a sua relação com o trabalho. São José era um carpinteiro que trabalhou honestamente para garantir o sustento da sua família. Com ele, Jesus aprendeu o valor, a dignidade e a alegria do que significa comer o pão fruto do próprio trabalho (…).
A crise do nosso tempo, que é económica, social, cultural e espiritual, pode constituir para todos um apelo a redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho para dar origem a uma nova «normalidade», em que ninguém seja excluído. A perda de trabalho que afeta tantos irmãos e irmãs e tem aumentado nos últimos meses devido à pandemia de Covid-19, deve ser um apelo a revermos as nossas prioridades.”  (Patris Corde) ********************
A arte de ser mãe
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As mães sabem que não basta dar filhos ao mundo, mas é preciso também dar um mundo aos filhos. Um mundo cheio de valores, de esperança e sonhos.
As mães sabem que ser mãe não é ter, é ser. Ser-se quem se é nos filhos e pelos filhos. As mães são aquelas que amam antes de serem amadas. São aquelas que respondem antes de serem chamadas. São aquelas que beijam antes de serem beijadas. São aquelas que correm para o abraço esquecendo o cansaço. Como ninguém, as mães são capazes de se doar, de perdoar, de compreender, de aceitar e não julgar.
Nenhuma mãe tem em si todas as qualidades humanas e, menos ainda, vive sem erros, mas, apesar de tudo, abraça os filhos tal como são, por poucas qualidades que tenham, por maiores que sejam os seus erros. Uma mãe perdoa sempre. Ainda que de coração sacrificado, prefere pensar que a culpa é sua e não de quem, por vezes, assim a crucifica.
A mãe ensina os filhos a serem mais fortes que os medos, não tanto através de discursos inspirados, mas pela grandeza e humildade do seu exemplo. É capaz de lhes oferecer o mar com um só sorriso e a vida inteira com uma só lágrima, que não será mais que uma gota do imenso mar do seu amor.
Neste tempo de incerteza, confiamos as mães a Maria, que é a mãe de todas as mães. Recordamos as mães que deram à luz durante a pandemia, mães que perderam o emprego ou rendimentos, mães que perderam filhos e estão de luto, mães que lutaram e lutam pela saúde da sua família, mães cuidadoras de idosos e de pessoas com deficiência.
Maria é mãe da esperança, ela que viveu com esta palavra de Simeão: “Uma espada de dor trespassará a tua alma” (Lc 2, 35). Essa alma, por ser toda amor, era infinitamente vulnerável. Quando Maria, durante três dias, andou à procura do seu Filho adolescente, tendo Ele ficado em Jerusalém, quando o seguiu durante a sua vida pública, vendo-o confrontar-se com as incompreensões ou hostilidade de muitos, e – sobretudo – quando o acompanhou no caminho do Calvário, sofreu mais do que qualquer outra mãe. Contudo, no próprio âmago do seu sofrimento, ela guardou uma confiança inquebrantável. Para lá do seu sofrimento, ela tinha a certeza de que era amada por Deus, mantendo a confiança nele. Maria, que conhece e compreende melhor do que ninguém, os sofrimentos das mães, ensina a viver em paz.
Que as mães não esqueçam que os seus filhos também são filhos de Maria. Com elas, Maria partilha a sua responsabilidade materna, carrega os sofrimentos e as dificuldades dos seus filhos. Com as mães – e ainda mais do que elas – ela deseja a sua felicidade.
Ser mãe é ser feliz somente por ser mãe. Ser mãe é ser amor e amor que ninguém esquece, mas que sempre se agradece.
Que a celebração de mais um Dia da Mãe junte, em coro, as nossas vozes para manifestarmos todo o amor e gratidão para com as nossas mães!  Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família
A semana do Papa Francisco. 29 de abril de 2021
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Terço Mês de Maio  Na Igreja
Seg a Sex 18h30
Sáb e Dom 18h00 Nas Capelas
Seg a Sex 21h00 (Belém)
Sáb 16h30 Antes da Eucaristia
Terço Mês de Maio Na Igreja   Seg a Sex    18h30   Sáb e Dom  1

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  • SANTÍSSIMA TRINDADE

  • Dia Diocesano da Família

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  • Adoração do Santíssimo Sacramento

    na Igreja

  • X Domingo do Tempo Comum

  • 1954 - Benção da Igreja Paroquial

    "No dia 6 de junho de 1954, com a Igreja ainda muito incompleta, sem frontaria, sem altar, com as paredes nuas sem qualquer acabamento, mas com as condições mínimas de aí começar o culto paroquial, foi benzida por D. António Ferreira Gomes. O altar provisório foi transferido da cripta e, com ele, veio a imagem de Santo António, que aí se venerava desde a criação da Paróquia. Trata-se de uma imagem simples mas bela, de material pobre, mas rica na ligação à piedade popular que os paroquianos tinham pelo seu “Santo Antoninho das Antas”. Presentemente encontra-se na sacristia da Igreja." João Botelho

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