em Penafiel
na Igreja
A procissão partirá da Igreja da Trindade, percorrendo as ruas Fernandes Tomás, Santa Catarina, Passos Manuel, Praça D. João I, Dr. Magalhães Lemos e Avenida dos Aliados, culminando novamente na Igreja da Trindade.
na sala de reuniões da Secretaria Paroquial, Escuta orante da Palavra de Deus, “Lectio divina”. Levar a Bíblia ou Novo Testamento.
no Auditório do Centro Paroquial da mesma Igreja, Avenida Fernão Magalhães, 1875, no dia 3 de junho (quarta-feira), pelas 15h30. Este evento de formação contará com a presença da Sra. Dra. Maria do Rosário Rodrigues, Médica de Medicina Interna no IPO do Porto e Presidente do Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde e da Sra. Enfª. Isabel, também do Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde.
Eucaristias às 10h30 (Festa da Eucaristia), 12h15 e 19h00, na Igreja.
Oração de Vésperas, procissão Eucarística, bênção do Santíssimo Sacramento, Alocução de D. Manuel Linda, Bispo do Porto. PROCISSÃO - Calçada de Vandoma, R. de Saraiva de Carvalho, R. de Augusto Rosa, R. de Entreparedes, R. do Campinho, R. de Santo André, R. de Santo Ildefonso, Praça da Batalha, R. de Augusto Rosa, R. de Saraiva de Carvalho, Calçada de Vandoma, Terreiro da Sé.
na Igreja
"No dia 6 de junho de 1954, com a Igreja ainda muito incompleta, sem frontaria, sem altar, com as paredes nuas sem qualquer acabamento, mas com as condições mínimas de aí começar o culto paroquial, foi benzida por D. António Ferreira Gomes. O altar provisório foi transferido da cripta e, com ele, veio a imagem de Santo António, que aí se venerava desde a criação da Paróquia. Trata-se de uma imagem simples mas bela, de material pobre, mas rica na ligação à piedade popular que os paroquianos tinham pelo seu “Santo Antoninho das Antas”. Presentemente encontra-se na sacristia da Igreja." João Botelho
na Igreja
na Igreja
na sala de reuniões da Secretaria Paroquial, Escuta orante da Palavra de Deus, “Lectio divina”. Levar a Bíblia ou Novo Testamento.
"No dia 13 de junho de 1967, a Igreja de Santo António das Antas viveu, como então nos dizia o Senhor Abade, “a maior festa que na nossa Paróquia se poderá realizar”: a Dedicação da Igreja Paroquial e a Sagração do Altar-Mor, ou seja, a Consagração do Templo de Deus. Frisava o Senhor Abade “a necessidade de toda a Paróquia se aperceber da grandeza dessa festa, de se preparar para a bem celebrar, de se mentalizar a fim de a viver em profundidade, de conhecer o sentido dos ritos da cerimónia para poder associar-se ao Pontífice e ao clero. É a entrega oficial da Igreja a Deus, Senhor de todo o nosso ser. E continuava advertindo os seus paroquianos: “devem tomar consciência que somos Templos de Deus, mas templos vivos. A Igreja das almas é muito mais nobre que a Igreja de pedras.” O cerimonial, liturgicamente muito rico, foi presidido pelo Administrador Apostólico da Diocese, D. Florentino de Andrade e Silva, sendo a Missa concelebrada por 15 sacerdotes e acompanhada pela grande orquestra e coro do Professor César de Morais. Desta celebração destaca-se: - A Purificação e Dedicação da Igreja, com a tomada de posse pelo prelado da Diocese; - A Transladação processional e Deposição no sepulcro do Altar-Mor das Relíquias dos Santos Mártires Clemente e Timóteo, encerradas em cofre de prata, juntamente com três grãos de incenso e um pergaminho assinado pelo Senhor Bispo; - A Sagração da Igreja e do Altar-Mor, a mesa da refeição eucarística; - A Missa da Dedicação, coroa de toda a cerimónia. Acresce ainda que a presença de 15 sacerdotes a concelebrar, após a recente autorização da concelebração eucarística (decreto da Sagrada Congregação dos Ritos de 2 de março de 1965), causou impacto impressionantíssimo em todos os participantes." João Botelho