Folha Dominical 14 de Junho de 2026
https://www.paroquia-antas.pt/ «Chamou os doze discípulos e enviou-os»
DOMINGO XI DO TEMPO COMUM
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Evangelho - Mt 9, 36 - 10, 8
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Naquele tempo, Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão, porque andavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Jesus disse então aos seus discípulos: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara». Depois chamou a Si os seus doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos impuros e de curar todas as doenças e enfermidades. São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem O entregou. Jesus enviou estes Doze, dando-lhes as seguintes instruções: «Não sigais o caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide primeiramente às ovelhas perdidas da casa de Israel. Pelo caminho, proclamai que está perto o reino dos Céus. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, sarai os leprosos, expulsai os demónios. Recebestes de graça, dai de graça».
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Diácono Jacob
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Uma vida ao serviço da comunidade
Há mais de meio século ligado à Paróquia de Santo António das Antas, o Diácono José Jacob — carinhosamente conhecido por todos como Sr. Jacob ou Diácono Jacob — é uma presença discreta, mas marcante, na vida da nossa comunidade. Nesta conversa, partilha algumas memórias do seu percurso, a forma como vive o ministério diaconal e a esperança que deposita nas novas gerações.
Quando começou o seu percurso na Paróquia das Antas?
Já foi há tantos anos que quase nem me lembro. Comecei na Catequese, por volta dos 15 anos. Vivia em Contumil e fui convidado para assumir responsabilidades na Catequese. Mantive-me nesse serviço durante muitos anos, até ser ordenado Diácono. Nessa altura deixei a Catequese para abraçar uma nova missão ao serviço da Igreja.
Em que outros grupos paroquiais esteve envolvido?
Além da Catequese, acompanhei a formação do Agrupamento de Escuteiros das Antas. Foram experiências muito importantes, sempre vividas com espírito de serviço e dedicação à comunidade.
Como surgiu o convite para se tornar Diácono?
Não partiu de mim. Aliás, penso que estas coisas não devem partir da própria pessoa. Foi o senhor Padre Bacelar quem me convidou e eu aceitei. Vi nesse convite um reconhecimento e uma chamada para servir a Igreja de uma forma diferente.
Como vê a evolução da Igreja ao longo destes anos?
Os tempos mudam, mas a base é a mesma. As pessoas vão e vêm, mas continuamos unidos pelo mesmo espírito. A Igreja tem esta capacidade de permanecer fiel à sua missão, mesmo perante as mudanças que acontecem na sociedade.
Qual é o papel de um Diácono numa paróquia?
A missão principal do Diácono é servir. Seja no caminho para o sacerdócio, seja no caso dos diáconos permanentes, o serviço à Igreja e à comunidade está sempre no centro da nossa vocação.
Na Eucaristia, uma das funções mais visíveis é a proclamação do Evangelho. Muitas pessoas dizem-me que notam quando não estou presente e fico feliz por sentir esse carinho da comunidade. Procuro proclamar a Palavra com clareza, respeitando as pausas e dando o devido destaque a cada momento. São coisas que se aprendem e aperfeiçoam com o tempo. Não basta apenas ler; é preciso ajudar as pessoas a escutar e acolher a mensagem.
Quais foram os momentos e as pessoas mais marcantes ao longo deste percurso?
O que mais me marca são as pessoas. A Igreja são as pessoas. Gosto muito delas e sinto que também gostam de mim. É como uma família.
Naturalmente, guardo saudade de muitos que já partiram, mas que deixaram uma marca profunda na minha vida e na história da nossa paróquia. Entre eles, recordo com especial carinho o Senhor Abade (Joaquim Teixeira Carvalho de Sousa), que foi para mim um grande exemplo e uma referência que nunca esquecerei.
Que mensagem gostaria de deixar aos jovens da nossa comunidade?
Gosto muito de ver os jovens na Igreja. Aqueles que servem ao altar, ao meu lado, e também todos os outros que participam na vida da comunidade. É uma alegria ver novas gerações a aproximarem-se e a encontrarem o seu lugar.
Acredito que não há nada melhor do que fazer parte da Igreja e caminhar com Jesus.
"Não há nada melhor que conhecer Jesus."
— Diácono Jacob
Texto de Joana Guimarães
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Santo António
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Quem foi Santo António?
Santo António nasceu em Lisboa, há muitos e muitos anos, por volta do ano 1195. Quando era pequeno chamava-se Fernando. Cresceu numa família cristã e, desde cedo, gostava muito de aprender, rezar e ajudar os outros.
Um jovem que quis seguir Jesus
Quando cresceu, Fernando decidiu dedicar toda a sua vida a Deus. Primeiro viveu num mosteiro e estudou muito a Bíblia. Mais tarde escolheu viver como frade franciscano, seguindo o exemplo de São Francisco de Assis, vivendo com simplicidade e alegria.
Foi nessa altura que passou a chamar-se António.
Um grande pregador
Santo António viajou por vários países, como Itália e França, para falar de Jesus às pessoas. Ele explicava o Evangelho de maneira simples, para que crianças e adultos pudessem entender. Por isso, muitas pessoas gostavam de o ouvir e aprendiam a amar mais a Deus e os outros.
Amigo dos pobres
Santo António tinha um coração muito bom. Gostava de ajudar os pobres, partilhar o pão e defender quem era tratado injustamente. Por isso, ainda hoje, muitas igrejas fazem o Pão de Santo António, para ajudar quem mais precisa.
Um santo muito próximo de nós
Santo António morreu na cidade de Pádua, no ano 1231, mas as pessoas acreditavam tanto na sua bondade que, menos de um ano depois, a Igreja declarou-o santo.
Hoje ele é conhecido como:
amigo dos pobres
protetor das famílias
ajudante quando perdemos alguma coisa
O que aprendemos com Santo António?
Santo António ensina-nos a:
amar Jesus com alegria
ajudar quem precisa
partilhar o que temos
usar as palavras para fazer o bem
Que Santo António nos ajude a ser bons amigos de Jesus e dos outros, todos os dias. Lucas Silva - Lobitos
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À Conversa sobre Astronomia
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À Conversa sobre Astronomia: o fascinante fenómeno do eclipse do sol
No próximo dia 22 de junho, 2º feira, às 21h30, no auditório do Centro Paroquial, realiza-se uma sessão dedicada à astronomia, aberta a toda a comunidade, subordinada ao tema “À Conversa sobre Astronomia - eclipse do sol”, com a participação de Paulo Vasconcelos, astrónomo amador.
Uma vez que neste verão há a oportunidade única de observar um eclipse total do sol na Ibéria, será abordado como acontece um eclipse solar, explicação de alguns dos fenómenos mais impressionantes associados à observação do céu e os cuidados necessários para uma observação segura deste fenómeno natural.
Será um momento de aprendizagem, partilha e descoberta, acessível a pessoas de todas as idades e com linguagem e conceitos acessíveis a todos.
Convidamos todos os interessados a participar nesta iniciativa e a contemplar, através da ciência, a beleza e a grandeza da criação.
Entrada livre, sujeita a um número mínimo de participantes.
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Informações para a Comunidade
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EUCARISTIA DAS 09H45 - Recordamos que esta Eucaristia das 09h45 passou para as 09h30 e assim se manterá até setembro. Durante o mês de agosto, esta eucaristia será suspensa.
FOLHA DOMINICAL - A folha dominical ficará suspensa durante o verão. Voltará oportunamente.