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Folha Dominical 05 de Abril de 2020
https://www.paroquia...s/docs/folha.pdf “Eternos caminhantes do Absoluto”  Eternos caminhantes do Absoluto, é a nossa caminhada, caminhada permanente e diária. Como é bom viver e permanecer tão perto e tão próximo de Deus! Como é bom sentir Deus que se dá, que se oferece e tem um desejo profundo de ser Vida em mim! A minha gratidão, o meu reconhecimento à beleza e ao encanto do Amor de Deus, revelado em Jesus, morto e ressuscitado.
A Quaresma tem sido para nós uma bela experiência de ser “Igreja doméstica”. Ao jeito das primitivas comunidades que foram surgindo após a morte e ressurreição de Jesus. Foi nas casas de gente simples, gente que aprendeu a ser amiga de Jesus, que o Evangelho se tornou congregador de pessoas.
Tenho a certeza que também na casa de cada um de vós, o Evangelho tem sido caminho para vivermos esta hora difícil da nossa História. Aqui, naturalmente, temos encontrado, na palavra e oração partilhadas, razões fortes para vivermos do Amor mais belo, Amor que se tem expressado nos gestos simples, mas encantadores, de amizade entre todos. Também tem sido lugar para a partilha com aquelas pessoas que, de perto ou de longe, se sentem mais sós e mais desprotegidas.
É assim que nos apressamos para cantar a alegria de Jesus vivo, para cantar o Aleluia do mais belo ato de Amor realizado na Terra. É Páscoa! É Aleluia! A todos, este vosso Pároco, deseja que sejais “eternos caminhantes do Absoluto”.  ORAÇÃO EM FAMÍLIA
NO DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - REINAR Reunidos numa sala ou à mesa, se possível com uma vela acesa, um crucifixo e um pequenos ramo, podem seguir o seguinte esquema: 1. Benzer-se, 2. fazer silêncio, 3. fazer a leitura:  3. EVANGELHO Forma breve Mt 27, 32-54 N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus N Naquele tempo, ao saírem (do pretório de Pilatos),
encontraram um homem de Cirene, chamado Simão,
e requisitaram-no para levar a cruz de Jesus.
Chegados a um lugar chamado Gólgota,
que quer dizer lugar do Calvário,
deram-Lhe a beber vinho misturado com fel.
Mas Jesus, depois de o provar, não quis beber.
Depois de O terem crucificado,
repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte,
e ficaram ali sentados a guardá-l’O.
Por cima da sua cabeça puseram um letreiro,
deram-Lhe a beber vinho misturado com fel.
Mas Jesus, depois de o provar, não quis beber.
Depois de O terem crucificado,
repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte,
e ficaram ali sentados a guardá-l’O.
Por cima da sua cabeça puseram um letreiro,
indicando a causa da sua condenação:
«Este é Jesus, o Rei dos judeus».
Foram crucificados com Ele dois salteadores,
um à direita e outro à esquerda.
Os que passavam insultavam-n’O
e abanavam a cabeça, dizendo:
R «Tu que destruías o templo e o reedificavas em três dias,
salva-Te a Ti mesmo;
se és Filho de Deus, desce da cruz».
N Os príncipes dos sacerdotes,
juntamente com os escribas e os anciãos,
também troçavam d’Ele, dizendo:
R «Salvou os outros e não pode salvar-Se a Si mesmo!
Se é o Rei de Israel,
desça agora da cruz e acreditaremos n’Ele.
Confiou em Deus:
Ele que O livre agora, se O ama,
porque disse: ‘Eu sou Filho de Deus’».
N Até os salteadores crucificados com Ele O insultavam.
Desde o meio-dia até às três horas da tarde,
as trevas envolveram toda a terra.
E, pelas três horas da tarde,
Jesus clamou com voz forte:
J «Eli, Eli, lemá sabactáni?»,
N que quer dizer:
«Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonastes?».
Alguns dos presentes, ouvindo isto, disseram:
R «Está a chamar por Elias».
N Um deles correu a tomar uma esponja,
embebeu-a em vinagre,
pô-la na ponta duma cana e deu-Lhe a beber.
Mas os outros disseram:
R «Deixa lá. Vejamos se Elias vem salvá-l’O».
N E Jesus, clamando outra vez com voz forte, expirou. N Então, o véu do templo rasgou-se em duas partes,
de alto a baixo;
a terra tremeu e as rochas fenderam-se.
Abriram-se os túmulos
e muitos dos corpos de santos que tinham morrido
ressuscitaram;
e, saindo do sepulcro, depois da ressurreição de Jesus,
entraram na cidade santa e apareceram a muitos.
Entretanto, o centurião e os que com ele guardavam Jesus,
ao verem o tremor de terra e o que estava a acontecer,
ficaram aterrados e disseram:
R «Este era verdadeiramente Filho de Deus».
N Palavra da salvação. 4. MEDITAÇÃO
“Salvou os outros, salve-se a Si mesmo!”. A frase que as autoridades dizem ser chacota àquele Jesus pregado diante deles na cruz, é, paradoxalmente, uma boa chave para entrar no mistério da paixão. Porque, para salvar os outros, temos de nos esquecer de nós mesmos. Para salvar os outros, para os levar aos ombros como o Bom Pastor fez com a ovelha perdida, para os reabilitar com misericórdia, como o pai da parábola fez ao filho pródigo, para dar a vida aos outros, temos de ficar para trás, temos de dar o que temos e o que não temos, temos de esvaziar-nos e morrer. A impotência de Jesus documenta, porém, que, quando Jesus já não pode fazer mais nada, Ele faz tudo. 5. ORAÇÃO
A exemplo dos apóstolos, que nunca riscaram da lista dos que haviam sido escolhidos por Vós o nome do seu companheiro, Judas, fazei, Senhor, que sempre tenhamos presente a recordação dilacerante da nossa fragilidade, mas saibamos também, como Pedro, saborear o bálsamo do vosso olhar bondoso, que tudo perdoa e redime, e nos devolve a verdadeira autoestima e a paz.
Vós amais-nos, não por sermos pecadores, mas porque sois bons e só enxergais a magnitude da nossa boa vontade e o poder dos vossos dons. Que saibamos extrair dos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia a certeza de que estes não são prémios destinados a cristãos exemplares, mas uma ajuda imprescindível à nossa caminhada de peregrinos, de pés gretados, mas com um coração festivo e entusiasta.
(Cardeal D. José Tolentino Mendonça) 6. PAI NOSSO *********************
TRÍDUO PASCAL
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(Celebrações sem assembleia, mas em união com todos vós) 9 de abril -QUINTA-FEIRA SANTA19h00 – Missa na Ceia do Senhor  10 de abril -SEXTA-FEIRA SANTA15h00 – Celebração da Paixão do Senhor21h00 – Via Sacra  11 de abril -SÁBADO SANTO21h30 – Vigília Pascal  12 de abril - DOMINGO DE PÁSCOA 11h30 – Eucaristia (Transmitida pelo YouTube) INFORMAÇÕES PARA A COMUNIDADE PAROQUIAL
(de5 a 11 abr. 2020)  EUCARISTIAS DIÁRIAS– O Pároco celebrará em cada dia a Eucaristia sem a presença da assembleia.Nessa celebração assumirá, não só as intenções já marcadas, como as que venham a ser marcadas, pelo que podem continuar a proceder à marcação de intenções junto da secretaria paroquial, por telefone ou email.  HORÁRIO DA IGREJA –Com um horário mais restrito, a Igreja manter-se-á aberta, esta semana,de segunda a sábado, das 10h00 às 12h00. Este domingo, das 09h30 às 11h00.   SECRETARIAPAROQUIAL – Esta semana,estará aberta de segunda a quinta das 10h30 às12h00. **********************
Atendimento Pastoral | Secretaria Paroquial Deve privilegiar-se o atendimento através do telefone:225021006
e-mail : geral@paroquia-antas.pt ou pjlbaptista@gmail.com
nomeadamente para as seguintes situações: processos de Casamentos, Batismos, pedidos de documentos, intenções de Eucaristia e outros.
Fotos da publicação de Paróquia Santo António das Antas
Na Missa na casa Santa Marta esta quinta-feira (02/04), Francisco dirigiu seu pensamento àqueles que estão pagando as consequências da pandemia do ...
O Papa reza pelos sem-teto, sofredores escondidos neste tempo de dor - Vatican News
Um gesto de solidariedade sem custos
CENTRO SOCIAL DAS ANTAS Iniciamos o processo de entrega de IRS, sabia que pode tornar o seu Solidário? E se, em vez de dar todo o seu imposto ao Estado, doasse uma parte a uma instituição à sua escolha, sem qualquer custo para si? A Lei nº 16/2001, de 22 Junho, permite a TODOS os contribuintes a possibilidade de doarem 0,5 % do seu IRS já liquidado a uma Instituição Particular de Solidariedade Social à sua escolha, sem terem de pagar mais por esse gesto. De 1 de Abril a 30 de Junho, ao preencher a sua declaração, não se esqueça: Basta ir ao: Modelo 3/Folha de Rosto/Quadro 11 (Consignação de 0,5% do IRS/consignação do benefício de 15% do IVA suportado) uma cruz em Campo 1101 “Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas colectivas de utilidade pública” e introduza o NIPC (Número de Identificação de Pessoa Colectiva) do Centro Social das Antas 506452905, e coloque um “X” no quadrado “IRS”.   Lembre-se que o que não representa custo para si, vale muito para o Centro Social das Antas!  centrosocialdasantas@gmail.com
Av. Fernão de Magalhães,1875
4350-171 Porto
Tel.: 225089204
Um gesto de solidariedade sem custosCENTRO SOCIAL DAS ANTASIniciamo
Paróquia Santo António das Antas
Folha Dominical 29 de Mar;o de 2020 (2/2)
https://www.paroquia-antas.pt/  Oração de Consagração da Igreja em Portugal e Espanha
ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
Filho amado e rosto da misericórdia do Pai,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
olha para o teu lado aberto, sua fonte de salvação, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
assiste a tua Igreja,
inspira os governantes das nações,
ouve os pobres e os aflitos,
exalta os humildes e os oprimidos,
cura os doentes e os pecadores,
levanta os abatidos e os desanimados,
liberta os cativos e os prisioneiros
e livra-nos da pandemia que nos atinge. Coração de Jesus Cristo, médico das almas,
elevado no alto da Cruz
e tocado pelos dedos do discípulo no íntimo do cenáculo,
a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que tuas são,
contempla-Te como imagem do abraço do Pai à humanidade,
esse abraço que, no Espírito do Amor,
queremos dar uns aos outros
segundo o teu mandato no lava-pés, e suplica:
— nesta singular hora de sofrimento,
ampara as crianças, os anciãos e os mais vulneráveis,
conforta os médicos, os enfermeiros, os profissionais de saúde
e os voluntários cuidadores,
fortalece as famílias e reforça-nos na cidadania e na solidariedade,
sê a luz dos moribundos,
acolhe no teu reino os defuntos,
afasta de nós todo o mal
e livra-nos da pandemia que nos atinge. Coração de Jesus Cristo, médico das almas
e Filho da Virgem Santa Maria,
pelo Coração de tua Mãe,
a quem se entrega a Igreja peregrina sobre a terra,
em Portugal e Espanha, nações que, desde há séculos, suas são,
e em tantos outros países,
aceita a consagração da tua Igreja.
Ao consagrar-se ao teu Sagrado Coração,
entrega-se a Igreja à guarda do Coração Imaculado de Maria,
configurado pela luz da tua Páscoa e aqui revelado a três crianças
como refúgio e caminho que ao teu coração conduz.
Seja a Virgem Santa Maria, a Senhora do Rosário de Fátima,
a Saúde dos Enfermos e o Refúgio dos Teus discípulos gerados
junto à Cruz do teu amor.
Seja o Imaculado Coração de Maria,
a quem nos entregamos, connosco a dizer:
— nesta singular hora de sofrimento,
acolhe os que perecem,
dá alento aos que a Ti se consagram
e renova o universo e a humanidade. Ámen.
Folha Dominical  29 de Mar;o de 2020  (2/2)https://www.paroquia-antas
Folha Dominical 29 de Mar;o de 2020
https://www.paroquia-antas.pt/  ORAÇÃO EM FAMÍLIA NO 5º. DOMINGO DA QUARESMA - REVIVER Caros Paroquianos,   Como não temos possibilidades de participar na Eucaristia dominical, venho propor uma oração a ser rezada em família. Este é um tempo onde a família deve estar mais unida. Que esta oração contribua para uma maior comunhão na família e ainda como família caminhar nesta Quaresma para a celebração Pascal.
Reunidos numa sala ou à mesa, se possível com uma vela acesa e um crucifixo, podem seguir o seguinte esquema: 1. Benzer-se, 2. fazer silêncio, 3. fazer a leitura:  3. EVANGELHO Jo 11, 3-7.17.20-27.33b-45 Naquele tempo, as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: «Senhor, o teu amigo está doente». Ouvindo isto, Jesus disse: «Essa doença não é mortal, mas é para a glória de Deus, para que por ela seja glorificado o Filho do homem». Jesus era amigo de Marta, de sua irmã e de Lázaro. Entretanto, depois de ouvir dizer que ele estava doente, ficou ainda dois dias no local onde Se encontrava. Depois disse aos discípulos: «Vamos de novo para a Judeia». Ao chegar lá, Jesus encontrou o amigo sepultado havia quatro dias. Quando ouviu dizer que Jesus estava a chegar, Marta saiu ao seu encontro, enquanto Maria ficou sentada em casa. Marta disse a Jesus: «Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, tudo o que pedires a Deus, Deus To concederá». Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará». Marta respondeu: «Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição do último dia». Disse-lhe Jesus: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá; e todo aquele que vive e acredita em Mim, nunca morrerá. Acreditas nisto?». Disse-Lhe Marta: «Acredito, Senhor, que Tu és o Messias, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo». Jesus comoveu-Se profundamente e perturbou-Se. Depois perguntou: «Onde o pu­sestes?». Responderam-Lhe: «Vem ver, Senhor». E Jesus chorou. Diziam então os judeus: «Vede como era seu amigo». Mas alguns deles observaram: «Então Ele, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito que este homem não morresse?». Entretanto, Jesus, intimamente comovido, chegou ao túmulo. Era uma gruta, com uma pedra posta à entrada. Disse Jesus: «Tirai a pedra». Respondeu Marta, irmã do morto: «Já cheira mal, Senhor, pois morreu há quatro dias». Disse Jesus: «Eu não te disse que, se acreditasses, verias a glória de Deus?». Tiraram então a pedra. Jesus, levantando os olhos ao Céu, disse: «Pai, dou-Te graças por Me teres ouvido. Eu bem sei que sempre Me ouves, mas falei assim por causa da multidão que nos cerca, para acreditarem que Tu Me enviaste». Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, sai para fora». O morto saiu, de mãos e pés enfaixados com ligaduras e o rosto envolvido num sudário. Disse-lhes Jesus: «Desligai-o e deixai-o ir». Então muitos judeus, que tinham ido visitar Maria, ao verem o que Jesus fizera, acreditaram n’Ele. 4. MEDITAÇÃO
Betânia é o símbolo da amizade. Nessa povoação, uma das últimas antes de entrar em Jerusalém, Jesus tinha aqueles três amigos, os irmãos Lázaro, Marta e Maria. Sabemos que passou por lá várias vezes e que gozava da hospitalidade daquela amizade fiel. E os amigos são-no para todas as horas: para os momentos luminosos de encontro, em que tudo é solar e festivo; e para as horas noturnas, férreas, dolorosas. Não admira que tivessem mandado dizer a Jesus: “Senhor, eis que está enfermo aquele que Tu amas”. Jesus não podia faltar. Nem podiam faltar as suas lágrimas perante Lázaro morto. Porém, Jesus vai mais longe: aproveita esse contexto da amizade para realizar um sinal poderoso, capaz de manifestar a glória de Deus.  5. ORAÇÃO
Senhor, sabemos que nos amais perdidamente e por nós velais com solicitude maternal. Nas horas difíceis, sentimo-Vos à cabeceira da nossa dor e dos nossos cansaços. Não permitais que façamos da morte um desenlace fatal, porque ela é apenas um hiato breve entre duas formas de viver a vida, uma madrugada radiosa, mais do que um pôr-do-sol. Ajudai-nos a libertar-nos das faixas e ligaduras que nos prendem às coisas, a fim de aparecermos perante os demais como gostaríamos e como nos criastes. ‘Que a morte nos apanhe vivos’, e descubramos, neste período intermédio, que a felicidade não se improvisa nem se adquire à última hora. Só nos acompanhará o melhor de nós mesmos. Tudo o mais é ‘tara perdida’.
(Cardeal D. José Tolentino Mendonça)
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INFORMAÇÕES PARA A COMUNIDADE PAROQUIAL
(de 29 mar. a 4 abr. 2020)  EUCARISTIAS DIÁRIAS– O Pároco celebrará em cada dia a Eucaristia sem a presença da assembleia.Nessa celebração assumirá, não só as intenções já marcadas, como as que venham a ser marcadas, pelo que podem continuar a proceder à marcação de intenções junto da secretaria paroquial, por telefone ou email.  HORÁRIO DA IGREJA –Com um horário mais restrito, a Igreja manter-se-á aberta, de segunda a domingo,das 10h00 às 12h00.  SECRETARIA PAROQUIAL – Estará aberta de segunda a sábado (exceto em dias feriados) das 10h30 às 12h00. ****************************************************
Atendimento Pastoral | Secretaria Paroquial
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Deve privilegiar-se o atendimento através do telefone: 225021006
e-mail : geral@paroquia-antas.pt ou pjlbaptista@gmail.com nomeadamente para as seguintes situações:
processos de Casamentos, Batismos, pedidos de documentos, intenções de Eucaristia e outros. CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA NA PARÓQUIA SEM ASSEMBLEIA DOMINGO DE RAMOS
5 DE ABRIL – Eucaristia TRÍDUO PASCAL 9 DE ABRIL - QUINTA-FEIRA SANTA
19h00 – Missa na Ceia do Senhor  10 DE ABRIL - SEXTA-FEIRA SANTA
15h00 – Celebração da Paixão do Senhor
21h00 – Via Sacra (na Igreja) 11 DE ABRIL - SÁBADO SANTO
21h30 – Vigília Pascal 12 DE ABRIL - DOMINGO
Folha Dominical  29 de Mar;o de 2020 https://www.paroquia-antas.pt/
MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCO MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO
EM TEMPO DE EPIDEMIA
PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCO Adro da Basílica de São Pedro
Sexta-feira, 27 de março de 2022
Praça deserta de S. Pedro. Só, o Papa Francisco atravessa a Praça.
Rezou por todo o mundo. Leu a Palavra de Deus (Mc 4, 35-41). E deixou a seguinte reflexão:
«Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos.
Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus. Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro... E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).
Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles. Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele. De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados.
A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.
Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela (abençoada) pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti. Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho. Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação. Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores, das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas ruins. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida não morre jamais.
O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar. O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor. No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.
Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade. Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar. Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança.
«Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade. Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus. Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações! Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7). Seguiu-se um momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, dando a Bênção “Urbi et Orbi”
MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCOMOM
EM DIRECTO: Acompanhe esta sexta-feira, a partir das 17h00 a oração com o Papa e bênção «Urbi et Orbi»  👉Vatican Media Live https://youtu.be/OV13abPGjTI  #eurezoemcasa #rezemosjuntos
EM DIRECTO: Acompanhe esta sexta-feira, a partir das 17h00 a oração
Paróquia Santo António das Antas

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  • DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR

  • MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR 

    Celebração sem presença de povo.

  • PAIXÃO DO SENHOR

    Celebração sem a presença de povo.

  • VIGÍLIA PASCAL na Noite Santa

    Celebração sem a presença de povo

  • PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

    Celebração às 11h30 sem a presença de povo

  • II Domingo da Páscoa - Divina Misericórdia

  • Ministros Extraordinários da Comunhão

  • S. Marcos, Evangelista

  • III Domingo da Páscoa

  • Semana de Oração pelas Vocações

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