Folha Dominical 04 de Outubro de 2026
https://www.paroquia-antas.pt/ «Arrendará a vinha a outros vinhateiros»
DOMINGO XXVII DO TEMPO COMUM
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EVANGELHO - MT 21, 33-43
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Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Ouvi outra parábola: Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e levantou uma torre; depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe. Quando chegou a época das colheitas, mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos. Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos, espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no. Tornou ele a mandar outros servos, em maior número que os primeiros. E eles trataram-nos do mesmo modo. Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo: ‘Respeitarão o meu filho’. Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; matemo-lo e ficaremos com a sua herança’. E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?». Eles responderam: «Mandará matar sem piedade esses malvados e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entreguem os frutos a seu tempo». Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’? Por isso vos digo: Ser-vos-á tirado o reino de Deus e dado a um povo que produza os seus frutos».
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VISITA DO PAPA A FRANÇA
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O Papa encerrou a sua viagem a França, cruzando apelos urgentes contra o rearmamento global e a eutanásia com a condenação dos abusos sexuais: “O que é legal não é necessariamente moral”, advertiu Leão XIV perante a ameaça da “morte programada”, criticando as correntes ideológicas que procuram “redefinir” o valor da vida humana.
A etapa final, na cidade de Metz, serviu para o pontífice denunciar a ameaça de uma “hemorragia da guerra”, exigindo o fim das lógicas de violência e de domínio, mensagem que repetiu na Missa conclusiva.
Emmanuel Macron, presidente francês, acompanhou a intervenção no Centro de Congressos Robert Schuman, alertando para uma “epidemia de desinformação” que corrói as democracias contemporâneas.
A cerimónia envolveu os líderes das várias confissões religiosas através da assinatura do ‘Apelo de Metz’, repudiando a invocação do nome de Deus para justificar o ódio e o totalitarismo.
A preocupação pela paz esteve no centro da passagem do Papa pelo Santuário de Lourdes, entre sábado e domingo, onde Leão XIV convocou uma oração mundial do Rosário e rezou pelo fim dos conflitos.
O local de devoção mariana, onde são acolhidas milhares de pessoas doentes e com deficiência, serviu de inspiração para mensagens em defesa da vida, com o Papa a rejeitar a legalização da eutanásia e a deixar uma mensagem de esperança a quem sofre.
Ainda em Lourdes, o Papa promoveu uma reunião privada com vítimas de abusos sexuais, selando o compromisso institucional de impedir a repetição do sofrimento.
O encontro foi antecedido por um elogio de Leão XIV à capacidade de resposta da Conferência Episcopal Francesa, instando os bispos a manterem a máxima “vigilância” sobre estes casos.
A denúncia da “morte programada” marcou o primeiro discurso da visita, proferido no Palácio do Eliseu, durante o qual o pontífice defendeu ainda uma reflexão ética sobre a Inteligência Artificial.
No discurso de boas-vindas, Emmanuel Macron, presidente da República, distinguiu a laicidade do Estado de uma oposição à religião. Este foi um tema abordado várias vezes pelo Papa, que destacou as “raízes cristãs” da França, com a sua história de muitos santos, e defendeu a presença católica no espaço público e na Educação, sublinhando a busca contemporânea de “sentido” para a vida.
A passagem por Paris integrou uma visita à ‘Maison Bakhita’, espaço diocesano onde o Papa repudiou as “novas formas de escravatura económica e cultural” que atingem as populações excluídas.
O programa na capital francesa destacou o restauro da Catedral de Notre-Dame e elogiou aumento dos batismos de adultos, culminando numa Missa ao ar livre, perante centenas de milhares de pessoas. Esta foi a sexta deslocação internacional do pontificado.
OC Agência Ecclesia
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Informações para a Comunidade
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BAR DA CATEQUESE - Já reabriu o “Bar da catequese”, que funciona em paralelo com a catequese de domingo. Animado pelos pais das nossas crianças e adolescentes, tem sempre um bolo caseiro, chá ou café. Venha visitar durante a manhã de domingo das 10h45 às 12h00, no Centro Paroquial.
EUCARISTIA NA CAPELA DE CONTUMIL - A partir do passado dia 26 de setembro, a eucaritia na Capela de Contumil passou a ser celebrada, todos os sábados, às 16h00.
SÍNODO DIOCESANO - Como sabem, a Igreja diocesana do Porto está em Sínodo (de 2026 a 2028), sob o tema Ser Porto: Formar, Reformar, Transformar. Numa primeira abordagem, para “sintonizar o Sínodo”, haverá ‘encontros de (in)formação sinodais nas Vigararias’. Para nós, que pertencemos à Vigararia Porto Nascente, o encontro será na Igreja de Cedofeita (e não na Casa Diocesana de Vilar como inicalmente anunciado), no dia 17 de outubro, das 09h30 até às 13h00. Este encontro é para todos os que possam participar, com destaque para os grupos paroquiais e comunidades/movimentos da Paróquia e respectivos responsáveis.