Bem Vindo à
Paróquia Santo António das Antas
Grupos Paroquiais
Catequese
CATEQUESE
2011 / 2012: para além de contarmos com
todas as crianças que já frequentaram neste ano a catequese, apelamos desde já
à inscrição no 1º ano de todas as crianças nascidas em 2005 – à especial
atenção dos pais, padrinhos, avós! A inscrição pode ser feita nos horários
habituais da secretaria paroquial (de seg. a sex. das 10h30 às 12h00 e das 17h
às 19h). A catequese terá início Dom. 25 Set. (dia em que também se retomará a
Celebração da Eucaristia às 9h45) e funcionará quer nesse horário quer também
no das quintas-feiras às 18h30.
Missa das 9h45 (Catequese)
A catequese não é uma actividade isolada, de carácter intelectual, mas insere-se na vida da Igreja e é fundamentalmente uma iniciação à fé. Neste sentido, tem de aparecer ligada à vida da Igreja (à Palavra de Deus (que provoca a conversão); à Liturgia (que celebra a vida de fé) e ao testemunho cristão como processo estruturado, profética e sacramentalmente) e culminar numa vida cristã adulta e comprometida.
CATEQUESE EM CINCO FASES (DEZ ANOS)
O programa de Catequese da Infância e Adolescência, aprovado pela Conferência Episcopal Portuguesa, em Abril de 1998, está dividido em cinco fases bienais que terminam com celebrações festivas vinculadas ao caminho da fé percorrido em cada fase. A relação entre as diversas fases faz-se em espiral: O Mistério Cristão é desenvolvido gradualmente de acordo com as características e capacidades próprias dos catequizandos.
CINCO FASES
Fase I - Iniciação ao Itinerário Catequético (1º e 2º catecismos)
É uma fase de acolhimento da parte de toda a Comunidade Cristã que visa a integração progressiva da criança no processo catequético e na vida de fé da Igreja
Fase II - A vida do Discípulo de Jesus (3º e 4º catecismos)
Esta fase é dedicada à descoberta da identidade do cristão. Ser cristão é seguir Jesus, reconhecer e celebrar a sua presença salvadora e comprometer-se na construção do Reino, em Igreja.
Fase III - Aprofundamento da Fé (5º e 6º catecismos)
A terceira fase proporciona à criança a construção da sua primeira síntese de fé cristã, à luz da História da Salvação. A criança prepara-se para "assumir" e proclamar a fé do seu Baptismo, na alegria de pertencer à Igreja de Jesus Cristo.
Fase IV - Busca do sentido cristão da vida (7º e 8º catecismos)
É uma fase de descoberta: os pré-adolescentes descobrem Jesus Cristo (Deus e Homem Perfeito) como Amigo, o Modelo e o Sentido para as suas profundas interrogações de identidade.
Fase V - Personalização de Fé e Compromisso Cristão (9º e 10º catecismos)
A quinta fase deste Programa proporciona aos adolescentes e personalização da fé e uma atitude de compromisso cristão na Igreja e no Mundo. Como fase final proporciona-lhes ainda uma síntese da fé cristã.
O Catequista
O Catequista, enquanto chamado a anunciar o Evangelho, porta-voz da Igreja, ao serviço do homem e mestre, educador, deve ser testemunha da fé, viver comprometido com a (sua) comunidade, e ser dotado de preparação especifica para o exercício da sua missão.
O QUE É UM ACÓLITO
Um acólito é alguém que ajuda à eucaristia e a outros ministérios do altar. Em primeiro lugar ajuda à eucaristia, esse é o momento mais importante para um acólito. Para todo o cristão a eucaristia é a fonte da vida, pois para o acólito com maior razão. O acólito tem de amar a celebração da eucaristia, pois nela está presente Jesus de um modo muito especial:
- Presente no sacerdote que preside
- Presente na palavra proclamada
- Presente na reunião dos cristãos
- Presente sobretudo no pão e no vinho consagrados
O acólito realiza também outros ministérios, isto é, ele é um “ministro”, palavra que significa servidor. O acólito é alguém que tem um autêntico espírito de serviço e fica contente quando com as suas acções presta uma ajuda eficaz à sua paróquia e aos seus irmãos cristãos. Ser acólito é um ministério precioso é um alegre servidor de Deus e dos irmãos.
- QUEM PODE SER ACÒLITO
Pode sê-lo toda a pessoa que tenha aptidões, tenha sido baptizada e tenha recebido os outros sacramentos que correspondem à sua idade. Se já fez a primeira comunhão, poderá viver mais intensamente a sua missão, já que não só poderá servir ao altar, mas também poderá participar e alimentar-se de Cristo, como os outros cristãos.
- COMO DEVE SER UM ACÓLITO
Não basta ser um bom rapaz ou uma boa rapariga, o que é absolutamente necessário. Deve ter antes de mais um grande desejo de servir ao Senhor, ao sacerdote e a toda a comunidade. Deve amar Jesus de todo o coração e desejar ardentemente que toda a gente o conheça e o escute.
Para ser um bom ministro do altar de Deus, são necessárias boas qualidades e uma adequada preparação:
· O bom acólito é pontual na hora do seu serviço para poder preparar-se bem e sem pressas
· O bom acólito é fiel ao seu compromisso, ainda que para isso, deva renunciar a outras coisas de que também gosta
· O bom acólito participa sempre nas reuniões do grupo paroquial ou da comunidade e também vai sempre à catequese
· O bom acólito é ordenado, sabe onde deixa as coisas e preocupa-se para que tudo esteja sempre em bom estado
· O bom acólito é amável, visto que a proximidade com Jesus no altar o ajuda a vê-lo presente nas outras pessoas.
· O bom acólito é piedoso, gosta de dedicar tempo a rezar só e em comunidade, de ler a bíblia e participar nos actos litúrgicos
· O bom acólito é humilde, está atento ao que lhe ensinam os sacerdotes e as outras pessoas mais velhas da comunidade, e não se aborrece quando o corrigem, pelo contrário, agradece de todo o coração.
Escuteiros - Agrupamento 391
Site :
CNE.Agrup391Antas
Figuras da Igreja marcam plano trienal do CNE![]()

Agrupamento
de Escuteiros da Paróquia das Antas
Para percebermos um
Agrupamento temos que recuar à origem do movimento e também à fundação do
Agrupamento, bem como ter em conta a comunidade envolvente. Deste modo,
tentaremos delinear, de forma sumária, estes três aspectos com vista a
transmitirmos à comunidade paroquial o trabalho executado por este movimento da
Paróquia das Antas.
Deste modo, o Escutismo nasceu
em Inglaterra pela mão de Baden Powell (B.P.) e foi-se espalhando pelo mundo, estando
hoje, implantado em 266 países e territórios. O escutismo é um movimento
internacional, sem fins lucrativos, vocacionado para a educação e formação de
jovens.
O Escutismo Católico
Português nasceu pelas mãos de D. Manuel Vieira de Matos, em 27 de Maio de 1923,
na cidade de Braga. Desde então, o número de filiados não pára de crescer, existindo,
actualmente, cerca de 70.000 escuteiros Católicos, só em Portugal continental.
Quanto à sua organização
e estrutura, os Escuteiros do CNE (Corpo Nacional de Escutas - Escutismo
Católico Português) dividem-se por cerca de 1400 agrupamentos, ligados à
Paróquia de cada área de residência. Cada agrupamento é formado por quatro
grupos ou secções: Lobitos (6 aos 10 anos), Exploradores (10 aos 14 anos),
Pioneiros (14 aos 17 anos), Caminheiros (17 aos 22 anos).
O movimento Escutista tem obtido resultados tão
positivos devido ao facto de fazer com que os jovens sonhem e vibrem ao estarem
em contacto com a natureza, isto porque, lhes dá a conhecer as maravilhas
criadas por Deus, mas também a desenrascarem-se através da aprendizagem
prática: do seguimento de pistas e sinais, do fazer sinalagem,
do acender o lume, de construir abrigos e a cozinhar o que se come, ou seja, dá
ao jovem espaço para crescer e explorar, mas na base da responsabilização deste
pelos seus actos e os do grupo.
Para o efeito, o
fundador BP e seus prossecutores foram criando e afinando o Método Escutista.
Este, deve ser implementado, de forma, a incutir no jovem uma auto-educação
progressiva que é implementada no Jogo Escutista, o qual, é composto por: O
Imaginário que é enquadrado nas necessidades relativas a cada secção e é
implementado através da Mítica e Simbologia; É constituído por Grupos,
organizados através do Sistema Patrulhas (Equipas/Conselhos); Para fomentar a
participação activa dos membros nos grupos (bandos/patrulhas/equipas) cada
elemento detêm Funções Pessoais, ou seja, Cargos que o levam a fazer parte
integrante de um grupo e a desenvolver a responsabilidade por si (Progressão
Pessoal apoiada) e pelos outros; A Acção é desenvolvida através das Actividades
típicas de secção que devem ter como base motora os desejos e motivações
explicitados pela criança/jovem (Educação pela acção); O Espaço pretende-se que
seja o mais possível o apelo ao Ar livre, através do contacto privilegiado com
a Natureza, para que haja o desenvolvimento integral das capacidades do jovem
em contacto directo com a criação de Deus. As Regras, são fundamentais para a
interacção social dos membros e no movimento Escutista são explicitadas através
da Lei do Escuta/Princípios e aceites através da Promessa que é estabelecida em
contexto de consciência e de adesão voluntária e integral.
O papel do Dirigente do CNE (Animador) é
fundamental para a correcta aplicação do método, bem como na interacção e
desenvolvimento dos elementos que orienta. Assim, deve ter atitude, consciência
e espírito que o levem a comportar-se em sintonia com a sua divisa: “Sempre
Alerta para Servir”, a qual, lhe traz a responsabilidade de preparar-se, ao
nível da formação, para estar sempre em condições de fazer face às solicitações
da Sociedade (Comunidade/Cidadão), do Movimento e da Igreja. Deve tentar variar
ao máximo a tipologia das actividades, dando preponderância para o “aprende
fazendo”, para que os jovens sejam estimulados ao máximo e a vários níveis
(físico, psíquico, intelectual, espiritual – educar para a Fé)
Um ponto fundamental, neste processo de crescimento/formação,
é o compromisso, ao qual nós chamamos de Promessa. Aí, cada escuteiro é,
voluntariamente, convidado a assumir um compromisso com implicações sérias e,
para o qual, cada dia, deve lutar para o concretizar da melhor maneira.
Neste compromisso estão latentes a relação para com Deus, o
Serviço, e a Lei.
Neste sentido, o Agrupamento, e cada um dos seus elementos
como membros da Paróquia, devem de fazer da casa de Deus a sua Casa e da
Comunidade Paroquial a sua família e viverem assim em comunhão, isto porque, o
sentido de Deus e a religião são vividos em comunidade. Deste modo, deve de servir da melhor forma a paróquia, assumindo uma
postura dinâmica e interventiva como membro consciencioso e activo da
Comunidade Católica Local.
O
Agrupamento das Antas foi fundado em 8 de Julho de 1973, pelo saudoso Chefe José
E. F. Bastos, com o auxílio do pároco da altura,
Cónego
Joaquim Carvalho Sousa e, também, na companhia de Manuel Aguiar, Arnaldo Santos e João de
Brito. Foram formadas quatro patrulhas de Exploradores/Juniores: Patrulha Touro, Patrulha Lobo, Patrulha
Corvo e Patrulha Maçarico. Foi-nos, atribuído, o número Nacional e
Regional de 391 – St.º António das Antas, e o número
31 à secção. A primeira actividade que o Agrupamento realizou-se, depois de uma
rápida preparação da vida de campo, foi a participação no 14º Acampamento
Nacional (Leiria), onde, para tão curta existência e com poucos recursos (as
tendas foram emprestadas, bem como, outro material de campo) os elementos
tiveram um louvável desempenho! Desde então, muitas foram as actividades
Para
rematar, a direcção do Agrupamento deixava esta mensagem reflexiva, à
comunidade paroquial das Antas, a qual inclui a última mensagem do fundador
escutista que, para nós, tão inspiradora tem vindo a ser:
“O Escutismo é uma
brincadeira séria, genuína e que inspira jovens e adultos… a lutar pela
Felicidade. É uma Escola de Jovens que, através do Jogo Escutista e de
actividade atractivas, as quais, vão de encontro aos anseios destes,
transmite-lhes valores e regras (a Lei), ideais e bases para um desenvolvimento
integral e participado na Comunidade, na Igreja e na Sociedade.”
Direcção
do Agrupamento 391 – St.º Ant.
das Antas
“Mas o
melhor meio para alcançar a felicidade é contribuir para a felicidade dos
outros. Procurai deixar o mundo um pouco melhor de que o encontrastes e quando
vos chegar a vez de morrer, podeis morrer felizes sentindo que ao menos não
desperdiçastes o tempo e fizestes todo o possível por praticar o bem.
Estai preparados desta maneira
para viver e morrer felizes - apegai-vos sempre à vossa promessa escutista -
mesmo depois de já não serdes rapazes e Deus vos ajude a proceder assim.”
O Vosso Amigo
![]()
In ÚLTIMA MENSAGEM DE BP
Com isto, nos despedimos, enviando para toda a comunidade paroquial, saudações escutista e votos de Boa Caça!
Grupo de Jovens
Encontros
Grupo de Jovens das Antas
Todas as Sextas-feiras Das 21H30m às 23h30m
Centro Social (parte velha)
Vicentinos
Conferênciade
S.toAntónro das Antas
Local das Reuniões: Centro Social das Antas
Rua de Naulila, 312
4200 Porto
FOLHETO DE
APRESENTAÇÃO
DA ACTIVIDADE DOS
VICENTINOS
Uma organização católica internacional fundada em 1833, em Paris, por Frederico Ozanam e seus companheiros. S. Vicente de Paulo é o seu Patrono e modelo no serviço dos pobres .
QUANDO FOI FUNDADA A CONFERÊNCIA DAS ANTAS?
Em 11 de Fevereiro de 1942.
QUAL É A MISSÃO DOS SSVP?
Visitar e assistir, por amor de Deus e do próximo, os que se encontram em situação de necessidade. A visita domiciliária, no hospital, na prisão ou noutro local é a característica da acção vicentina.
QUANTOS SÃO OS VICENTINOS DA CONF. DAS ANTAS?
São oito elementos com idades compreendidas entre os 43 e os 80 anos
QUANTAS FAMÍLIAS SÃO AJUDADAS PELOS VICENTINOS DAS ANTAS?
Em 2006, apoiaram visitaram, regularmente, 16 famílias carenciadas, abrangendo
cerca de 54 pessoas.
COMO POSSO COLABORAR COM OS VICENTINOS DAS ANTAS?
1 -Tornando-me Benfeitor, contribuindo com uma prestação
semestral ou anual (para ser encaminhada para os
mais necessitados da Paróquia) ou
2-Tomando-me membro da Conferência vicentina ou
3 -Sendo generoso nos peditórios que sejam feitos para os
pobres da Paróquia.
COMO POSSO CONHECER MELHOR A ACÇÃO DOS
VICENTINOS?
Participando numa ou mais das suas reuniões.
QUANDO É QUE SE
REALIZAM AS REUNIÕES DOS VICENTINOS?
Quinzenalmente, às 2aSfeiras, às 18:00h, no
Centro Social das Antas (Entrada pela Rua de
Naulila, n° 312), excepto no mês de Agosto
(Conferência Masculina).
Local das Reuniões: Centro Social das Antas
Rua de Naulila, 312
4200 Porto
O que se pede , ao Vicentino?
Um pouco de boa vontade e de consciência
cristã.
Algum tempo para uma reunião semanal,
ou quinzenal, onde uma pequena oração e
a meditação tornam a Conferência numa
escola de formação cristã.
A reunião assegura eficiência e
perseverança no trabalho vicentino e
une os membros da Sociedade num laço
de amizade e de partilha.
Muito amor na visita a pessoas que sofrem,
para estabelecer com elas um contacto directo
e pessoal, levando-lhes um testemunho de
Fé, de Caridade, de Esperança.
A visita dá à acção vicentina essa
dimensão pessoal e directa.
Um Convite
"Sou cristão...
Mas como provo a minha fé?
Se eu pudesse ajudar...
Como o posso fazer?"
Se disseste estas palavras, és um cristão
consciente a quem o Senhor inspira e chama
para uma vocação cristã de caridade directa
que pode ser a vocação vicentina.
Dirigimos-te um Convite que responde
à tua Vocação Cristã
É fácil aderir à S.S.V.P. Não são exigidas
qualificações especiais. Basta o desejo de
te unires a outros, para ajudar os
necessitados, em espírito de amor cristão.
Site: www.socsvicentepaulodeportugal.com






